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COGNIÇÃO

INTRODUÇÃO

Os cognitivistas concentram-se no processo do conhecimento, e não na mera resposta a estímulos. Se interessam pela forma como a mente estrutura ou organiza a experiência. O trabalho dos cognitivistas indica que a percepção é um processo construtivo que depende não apenas das informações inerentes ao estímulo mas, também, da estrutura mental daquele que percebe. Assim, a tarefa da psicologia cognitiva é analisar os processos que intervêm entre o estímulo e o comportamento. Uma análise dos processos cognitivos indica que mesmo as funções mais complexas do cérebro são localizadas.

A localização tem grande importância clínica e explica por que certas síndromes são características de doença em regiões específicas do cérebro. Contudo, a localização da função cognitiva não significa que uma função específica seja mediada exclusivamente por uma região do cérebro. Significa que certas áreas estão mais envolvidas com um tipo de função que com outras. Na realidade, a maioria das funções requer a ação integrada de neurônios em diferentes regiões. É improvável, portanto, que qualquer função cognitiva comportamental - especialmente funções como o pensamento, a percepção e a linguagem - seja compreendida focalizando-se uma região do cérebro sem considerar as relações dessa região com outras regiões.

COGNIÇÃO É o processo através do qual o mundo de significados tem origem. À medida que o ser se situa no mundo, estabelece relações de significação, isto é, atribui significados à realidade em que se encontra. Esses significados não são entidades estáticas, mas pontos de partida para a atribuição de outros significados. Tem origem, então, a estrutura cognitiva (os primeiros significados), constituindo-se nos 'pontos básicos de ancoragem' dos quais derivam outros significados.

Os pontos de ancoragem são formados com a incorporação, à estrutura cognitiva, de elementos (informações ou idéias) relevantes para a aquisição de novos conhecimentos e com a organização destes, de forma a, progressivamente, generalizam-se, formando conceitos. Pense em alguém que nunca tenha visto, nem ouvido falar do jogo de futebol, isto é, não tenha pontos de ancoragem para as informações que lhe chegam através da televisão numa transmissão de um jogo de futebol. Com certeza, não entenderá nada ou, aos poucos, com base em informações que possua de outros jogos, ele começará a organizar as informações recebidas, vindo mesmo a entender o que se passa. A ciência neural cognitiva foi projetada para compreender os mecanismos neurais que dão origem ao comportamento.

Os principais objetos são: percepção, ação, emoção, linguagem, aprendizado e memória. A tarefa da psicologia cognitiva é analisar os processos cerebrais que intervêm entre o estímulo e o comportamento. Apenas desta maneira, argumentam os psicólogos cognitivos, podemos esperar compreender a relação entre as ações de uma pessoa e o que aquela pessoa vê, lembra, ou acredita. Isto mudou a maneira pela qual o comportamento é estudado tanto em animais experimentais quanto em seres humanos, de modo que o foco atualmente não é sobre como um estímulo provoca uma resposta, mas sobre como se chega a uma resposta - sobre o processamento da informação.

Os processos cognitivos são de certo modo análagos aos programas dos computadores, pelo fato de estarem implicados no processamento, transformação, armazenamento, recuperação e utilização de informações. O lobo parietal anterior contém o córtex sensorial somático primário (S-I), enquanto a região mais posterior contém áreas sensoriais de ordem superior e uma área de associação (área de associação parietal posterior). O tato e a propriocepção são duas modalidades sensoriais conduzidas pelo sistema sensorial somático. O tato é o sentido da textura dos objetos e o seu movimento sobre a pele. A propriocepção é o sentido da posição estática e do movimento dos nossos dedos e membros. O sistema sensorial somático contém primariamente neurônios receptores, localizados na pele e em outros tecidos do corpo, que transformam a energia dos estímulos em eventos neurais.

O sentido do tato é mais discriminativo nas pontas dos dedos. Os receptores do tato nos dedos mandam informações sobre a textura dos objetos para o cérebro de modo que podemos ler braille ou tocar um instrumento musical. Receptores nos músculos e articulações dos dedos mandam informações acerca das angulações das articulações dos dedos, que são importantes para o reconhecimento do tamanho e da forma dos objetos apreendidos. No sistema sensorial somático há apenas três retransmissões sinápticas entre os neurônios sensoriais e o córtex cerebral: - a primeira é feita pelos prolongamentos centrais das células ganglionares da raiz dorsal para os neurônios nos núcleos grácil e cuneado do bulbo; - em seguida, os axônios desse neurônios bulbares cruzam a linha média e ascendem para o núcleo posterior ventral do tálamo; - finalmente, os neurônios talâmicos mandam axônios para uma região do lobo parietal anterior chamada de córtex sensorial somático, ou S-I.

A remoção de S-I produz déficits na propriocepção e na capacidade de discriminar o tamanho, textura e forma dos objetos. Existem quatro mapas bastante completos no córtex sensorial somático primário (S-I), em cada uma das quatro áreas de Brodmann: 3a,3b, 1 e 2. Cada uma dessas áreas representa características diferentes do tato e da informação proprioceptiva: área 3a - informações sensoriais a partir dos músculos e das articulações, importantes para a propriocepção dos membros; área 3b - informações a partir da pele, importantes para o tato; área 1 - as informações sensoriais da pele são adicionalmente processadas e combinadas com informações da área 2; área 2 - informações dos músculos e articulações. Isto explica porque uma pequena lesão discreta na área 1 prejudica a discriminação tátil, enquanto uma pequena lesão na área 2 prejudica a capacidade de reconhecer a forma e o tamanho de um objeto na mão.

Das quatro representações corporais no córtex sensorial somático primário, as áreas 3a e 3b são as áreas de recepção cortical de uma variedade de informações somatossensorial a partir do tálamo, enquanto as áreas 1 e 2 congregam as entradas provenientes das áreas 3b e 3a, providenciando o reconhecimento das formas tridimensionais dos objetos e a execução de movimentos finos. A maioria das células nervosas em S-I medeia apenas uma modalidade: tato, pressão, temperatura ou dor. Apesar de cada uma das quatro áreas do córtex sensorial somático primário (3a, 3b, 1 e 2) receber entradas a partir de todas as áreas da superfície do corpo, uma modalidade tende a dominar em cada área. Na área 3a, a entrada dominante é a partir dos receptores do estiramento muscular; na área 3b, é a entrada a partir doas receptores superficiais da pele; na área 2, os receptores de pressão profunda; e na área 1, os receptores cutâneos de adaptação rápida. Uma representação semelhante da superfície corporal foi encontrada no córtex humano pelo neurocirurgião Wilder Penfield durante operações cirúrgicas para o tratamento da epilepsia e de outros distúrbios cerebrais.

Trabalhando com pacientes sob anestesia local, Penfield estimulou a superfície do giro pós-central em vários pontos na área de S-I e perguntou aos pacientes o que sentiam. Penfield viu que a estimulação dos pontos no giro pós-central produzia sensações táteis em partes distintas do lado oposto do corpo. A partir desses estudos, Penfield construiu um mapa da representação neural do corpo no córtex sensorial somático. A perna é representada na posição mais medial, seguida pelo tronco, os braços, a face, e, finalmente, na posição mais lateral, os dentes, a língua e o esôfago. Cada parte do corpo é representada em proporção à sua importância relativa na percepção sensorial. A face é grande comparada com a parte de trás da cabeça; o dedo indicador é gigantesco comparado com o hálux. Essa distorção reflete diferenças da densidade de inervação em diferentes áreas do corpo.

A representação do corpo no córtex somatossensorial não é fixa. Os mapas corticais diferem sistematicamente entre indivíduos de uma maneira que reflete seu uso. O uso intenso ou o desuso trazem alterações dramáticas dessas conexões. A síndrome do membro fantasma ocorre em pacientes que continuam a sentir o membro ausente e mesmo sentem dor a partir deste. Experimentos recentes em pacientes que perderam uma das mãos sugerem que tocar uma área da face ou do braço produz uma sensação tátil associada à mão perdida. Isso ocorre porque a área da mão no córtex fica adjacente e está submetida ao controle das áreas que inervam a face e o braço. As áreas sensoriais somáticas primária e secundária do córtex parietal anterior projetam-se para outras principais subdivisões do lobo parietal: o córtex parietal posterior (áreas 5 e 7 de Brodmann).

No córtex parietal posterior, as informações somáticas são usadas para configurar a imagem corporal e para o planejamento de movimentos no espaço extrapessoal. Lesões nessa área produzem defeitos sutis no aprendizado de tarefas que requerem conhecimento espacial do que os rodeia, bem como o conhecimento do próprio corpo no espaço. As lesões do lobo parietal posterior não-dominante (geralmente o direito) causam alguns dos mais notáveis defeitos cognitivos que podem ser vistos num paciente neurológico. Freqüentemente apresentam uma agnosia que se manifesta como um déficit impressionante da imagem corporal e da percepção das relações espaciais. Os pacientes perdem a percepção consciente dos aspectos espaciais de todas as entradas sensoriais a partir do lado esquerdo do corpo, bem como do lado externo. Esses pacientes ignoram a metade do corpo, deixando de vestir, tirar a roupa, a lavar o lado afetado (síndrome da negligência). Os pacientes podem mesmo negar ou desconhecer um braço ou uma perna afetados, chegando até a dizer: "Quem pôs este braço na minha cama?"

Os pacientes com a síndrome da negligência não apenas ignoram a metade do seu corpo como também ignoram a metade do mundo exterior. Por exemplo, esses pacientes às vezes mostram um grave distúrbio da sua capacidade de copiar figuras desenhadas. Assim o paciente pode ser capaz de desenhar uma flor com pétalas apenas do lado direito da planta. Alguns aspectos da negligência resultam da falta de percepção da metade contralateral do corpo. Essa perda da percepção inclui não apenas a perda da representação do espaço pessoal. Há também uma perda da memória, que explica por que esses pacientes geralmente não se dão conta dos seus déficits. Outro exemplo fascinante da negligência visual unilateral ocorreu em Milão. Foi solicitado aos pacientes que estavam na sala de exames do hospital, que imaginassem estar de pé na praça principal da cidade, em frente à famosa catedral de Milão, e que descrevessem de memória os principais edifícios em volta da praça. Esse pacientes, todos os quais tinham lesão no lobo parietal posterior direito, identificaram todos os edifícios do lado direito da praça (ipsilateral à lesão) mas não podia lembrar dos edifícios à esquerda, apesar de todos esse edifícios serem completamente familiares a eles.

Pediu-se então, em seguida, que os pacientes imaginassem estar de costas para praça, de modo que a direita e esquerda fossem invertidas. Nessa posição imaginária, os pacientes foram então capazes de dar o nome dos edifícios que previamente haviam sido incapazes de identificar, mas foram incapazes de dizer os nomes dos quais haviam lembrado anteriormente. O fato de os pacientes poderem descrever o que anteriormente haviam negligenciado, e negligenciarem a que havia descrito anteriormente, sugere que eles retivessem na memória o conhecimento pleno da praça. Não haviam perdido as lembranças armazenadas, mas não tinham acesso às lembranças associadas ao lado do corpo oposto à lesão, qualquer que fosse a posição em que se imaginassem. Assim, a memória espacial é referida ao corpo. As lembranças de cada metade do campo visual são acessadas através do hemisfério contralateral. O estudo desses distúrbios da imagem corporal produzidos por lesões no lobo parietal posterior nos fornecem três idéias: - os pacientes que negligenciam o lado esquerdo do corpo após lesão do lobo parietal direito também negligenciam estímulos visuais no campo visual esquerdo; - os pacientes com a síndrome da negligêngia não tem acesso a lembranças de percepções anteriores do lado negligenciado; - as lesões não levam apenas a distúrbios das relações perceptovisuais, também levam comumente a distúrbios da atenção dirigida. Algumas das evidências mais convincentes sobre a natureza e a localização das funções cognitivas vieram dos estudos das áreas de associação do córtex cerebral.

Cada área de associação parece ser especializada quanto à função, apesar de todas as três áreas participarem de mais de uma função cognitiva, inclusive do movimento voluntário, percepção sensorial, comportamento emocional e da linguagem. As áreas de associação mais importantes são: o córtex pré-frontal, a área parietal-temporal-occipital e a área límbica. O córtex pré-frontal está implicado no planejamento e na execução de ações motoras complexas. Talvez sua função associativa mais importante seja pesar as conseqüências das funções futuras e planejá-las convenientemente. Para selecionar as respostas motoras apropriadas entre as muitas escolhas disponíveis, os lobos frontais têm que integrar informações sensoriais internas e externas.

O córtex de associação parietal-temporal-occipital é constituído por várias áreas funcionais que estão intercaladas entre as áreas somática, visual e auditiva de ordem superior e que destas recebem projeções. Acredita-se, portanto, que essa área forneça ligações que são importantes no processamento de informações sensoriais para a percepção e a linguagem. O córtex de associação límbico inclui o córtex orbitofrontal, a região cingulada e a área para-hipocâmpica. Recebe projeções de áreas sensoriais de ordem superior e manda projeções para outras regiões corticais, inclusive o córtex pré-frontal. Essa via permite que as emoções afetem o planejamento motor.

Diz-se às vezes que nosso cérebro é constituído por um hemisfério esquerdo que se distingue no pensamento intelectual, racional, verbal e analítico e um hemisfério direito que se destaca na discriminação sensorial e no pensamento emocional, não-verbal e intuitivo. No entanto, no cérebro normal, com extensas interconexões comissurais, a interação dos dois hemisférios é tal que não podemos dissociar claramente suas funções especializadas. De fato, há agora evidências de que a capacidade de um hemisfério desempenhar uma tarefa especializada pode deteriorar quando for desconectada do outro hemisfério após a comissurotomia. Por exemplo, foi descrito um paciente que podia desempenhar uma tarefa tátil (discriminar as formas detalhadas de figuras de arame pelo tato) com qualquer uma das mãos antes da cirurgia da secção das comissuras.

Depois da cirurgia, o paciente não podia desempenhar a tarefa com nenhuma das mãos. A perda dessa habilidade sugere que a interação entre os hemisférios seja necessária para essa tarefa. Um procedimento de grande importância clínica para a demonstração das diferenças hemisféricas é o teste de Wada, que foi desenvolvido para determinar o hemisfério dominante para as funções da fala durante a neurocirurgia. Neste teste, o paciente é instruído a contar em voz alta e continuamente enquanto um barbitúrico de ação rápida é injetado na sua artéria carótida interna esquerda ou direita. A droga tem um acesso preferencial ao hemisfério do mesmo lado em que é injetada e causa breve disfunção naquele hemisfério. Se for o hemisfério dominante para a fala o afetado, o paciente pára de falar e não responde ao comando para continuar. Como era de se esperar, o teste confirma que quase todas as pessoas destras (96%) têm a fala no hemisfério esquerdo. O que é surpreendente, é que a maioria dos canhotos também. Contudo, um número significativo (15%) de pessoas canhotas têm a fala no hemisfério direito. Além disso, em algumas pessoas canhotas, a fala é controlada por ambos os hemisférios, direito e esquerdo.

A injeção unilateral da droga afeta não apenas a fala mas também o humor. Alguns estudos indicam que o efeito sobre o humor está relacionado com o lado da injeção: as injeções à esquerda tendem a produzir uma breve depressão, e às injeções à direita, euforia. Estes resultados sugerem que as funções relacionadas com o humor também podem estar localizadas até certo ponto num ou noutro hemisfério. Esta idéia é compatível com a observação clínica de que alguns pacientes com lesão no hemisfério esquerdo são excepcionalmente preocupados com seus sintomas. Em contraste, alguns pacientes com lesão do hemisfério direito são inesperadamente indiferentes à sua incapacidade.

Estudos em crianças que sofreram lesão do hemisfério esquerdo ou direito sugerem que a dominância esquerda está presente quando a linguagem é expressa inicialmente. Contudo, em contraste com os adultos, as crianças que sofrem lesão do hemisfério esquerdo - mesmo lesão extensa - geralmente recuperam a capacidade de falar mais tarde porque o hemisfério direito pode desempenhar as funções da linguagem se o esquerdo não for funcionante. Só porque uma lesão não perturba uma tarefa particular não significa que aquela área do cérebro não está envolvida naquela tarefa. O cérebro pode reorganizar-se - às vezes muito rapidamente, às vezes com maior lentidão - de modo que outras áreas assumam a função. Se qualquer hemisfério pode atingir a competência lingüística do indivíduo em desenvolvimento, por que o hemisfério esquerdo é dominante na maioria das pessoas?

É possível que, pelo menos em parte, a capacidade da linguagem se desenvolva no hemisfério esquerdo por causa de uma assimetria anatômica inerente no cérebro humano, que está presente no feto humano e pode inicialmente favorecer o hemisfério esquerdo para as funções da linguagem. A área onde os lobos temporal, parietal e occipital se unem chama-se área de Wernicke. Essa área de confluência das diferentes áreas de interpretação sensorial é particularmente bem desenvolvida no lado dominante do cérebro - o lado esquerdo em quase todas as pessoas destras - e desempenha o maior papel isolado de qualquer parte do córtex cerebral nos níveis superiores de função cerebral que denominamos inteligência. Embora falemos do hemisfério "dominante", essa dominância é basicamente para a linguagem - ou simbolismo verbal - relacionada às funções intelectuais; o hemisfério oposto é, na verdade, dominante para alguns outro tipos de inteligência.

Estudos psicológicos em pacientes com lesão do hemisfério não-dominante sugeriram que esse hemisfério pode ser particularmente importante para a compreensão e a interpretação de música, experiências visuais não-verbais (principalmente padrões visuais), relações espaciais entre a pessoa e o meio, o significado da "linguagem corporal" e entonações das vozes das pessoas, e, provavelmente, também várias experiências somáticas relacionadas ao uso dos membros e das mãos. Afasia de Wernicke, afasia sensorial ou de recepção: após lesão grave na área de Wernicke, uma pessoa poderia ouvir perfeitamente bem e, até mesmo, reconhecer diferentes palavras, mas seria incapaz de dispor essas palavras em um pensamento coerente. Da mesma forma, a pessoa pode ser capaz de ler palavras impressas, mas ser incapaz de reconhecer o pensamento aí contido. Afasia de Broca, afasia motora ou de execução: a pessoa é bastante capaz de decidir o que deseja dizer, e é capaz de vocalizar, mas simplesmente não consegue fazer com que seu sistema vocal emita palavras em lugar de ruídos. A pessoa produz uma linguagem falada lenta e com muito esforço. Muitas preposições, substantivos e verbos são eliminados da fala. O paciente tem boa compreensão da linguagem falada e escrita, mas vê-se frustrado e desencorajado com a emissão da própria fala. Portanto, admitimos que os padrões motores de precisão para o controle da laringe, lábios, boca, sistema respiratório, e outros músculos acessórios da articulação sejam todos iniciados nesta área.

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