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Sindrome de Down

mulheres com mais de quarenta anos. O diagnóstico pré-natal é possível pelo exame de amostras de líquido amniótico. Mongolismo é um tipo de atraso mental congênito, acompanhado de diversas anomalias morfológicas. Os núcleos das células dos indivíduos afetados possuem um terceiro exemplar (trissomia) do cromossomo 21, o que lhes dá um número total de cromossomos igual a 47, um a mais do que o normal.

O nome da anomalia provém das características faciais, sobretudo das pálpebras, semelhantes às dos mongóis. O mongolóide apresenta cabeça pequena e achatada atrás; nariz curto e de base larga; prega cutânea vertical que liga as duas pálpebras, no canto interno do olho; fendas palpebrais inclinadas para fora e para cima; boca exígua, que torna a língua saliente; e acentuada hipotonia muscular.

Ocorrem também alterações ósseas e outras malformações, em particular no coração, o que faz com que muitas crianças afetadas não completem o primeiro ano de vida. O atraso mental varia, mas é sempre acentuado. Mesmo assim, quando acompanhada com carinho e educação adequada, a criança consegue realizar muito bem seus cuidados pessoais diários e executar tarefas simples.

Começa a falar mais tarde que as outras crianças e se expressa por meio de frases simples, mas dorme e se alimenta normalmente. Em geral tem gênio dócil e é carinhosa. O mongolismo não é hereditário, e muito raramente se encontram dois casos da doença na mesma família, a não ser quando se trata de gêmeos do mesmo sexo. A ocorrência é de um caso para cada 800 nascimentos, mas cresce para um em quarenta no caso de mães com mais de quarenta anos. ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.