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Rubéola

Nos primeiros meses de gravidez, mulheres não-imunizadas devem evitar contatos com doentes contaminados por rubéola, porque a infecção, embora sem complicações sérias para adultos e crianças, é capaz de provocar danos irreversíveis ao feto. Rubéola é uma doença epidêmica provocada por vírus e transmitida pelo contato direto com o doente. Manifesta-se como uma infecção muito leve que, na maioria das crianças, se assemelha a um forte resfriado. Uma vez contaminado, o indivíduo fica imune à doença pelo resto da vida

. O período de incubação da rubéola pode durar de dez a vinte dias. Geralmente, o primeiro sinal da doença é o aparecimento, no rosto, de pintas rosadas que se espalham rapidamente por todo o corpo. O paciente apresenta ligeira elevação de temperatura, e os gânglios podem aumentar atrás das orelhas, nas laterais do pescoço e na nuca. O único tratamento recomendado é descanso e dieta leve à base de líquidos.

Por volta do quinto dia, todos os sintomas desaparecem. Em casos raros, (um em cada seis mil) a rubéola é seguida de inflamação do encéfalo, ou encefalite. Nos adultos, a complicação mais comum é a artrite. Sabe-se, no entanto, que quando acomete mulheres grávidas, a doença é capaz de provocar lesões no feto. Os recém-nascidos podem manifestar retardo no crescimento, encefalite, glaucoma, dilatação do fígado e do baço, icterícia, carência de plaquetas no sangue -- o que dificulta a coagulação -- e lesões nos ossos longos.

Imunizam-se com vacinas de vírus vivos atenuados crianças de ambos os sexos, com o objetivo de aniquilar o vírus do ambiente e erradicar a infecção; e meninas de 11 e 12 anos, ou imediatamente antes da puberdade, para aumentar o número de mulheres em idade fértil imunes à rubéola. ©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.